Nelson Cavaquinho: composições, parcerias e a indústria cultural

Paola Meirelles (Unirio)

Em nosso segundo texto da série sobre Nelson Cavaquinho, vamos aprofundar seu viés de sambista e compositor, por muito tempo, amador, seus parceiros e sua tardia entrada na indústria fonográfica que, em sua época, se encontrava bastante desenvolvida no Rio de Janeiro, sendo o samba um produto cultural já bastante explorado.

Nos primórdios do samba, no tempo de Sinhô, simplesmente se roubavam as composições, mas na época de Nelson Cavaquinho, a música já era mercadoria. A negociata das autorias de músicas envolvia “desconhecidos, espertalhões, malandros e valentes, sambistas ingênuos, grandes sambistas, cantores famosos e, depois que Roquete Pinto instalou o rádio no Brasil, radialistas e funcionários na velha tradição brasileira de vender dificuldades para comprar facilidades” (COSTA, 2000, pp. 55). O que acontecia era que diversas vezes os compositores verdadeiros ficavam no anonimato para sempre. Nesse contexto, Cartola inaugurou uma outra maneira de negociar suas composições: ele vendia a metade da autoria e permanecia como coautor. E foi em moldes parecidos que Nelson Cavaquinho começou a arrumar um trocado também.

Nosso sambista em questão não tinha como perspectiva clara gravar as suas músicas – afinal nem vitrola ele tinha – mas de bar em bar, de samba em samba, o seu trabalho circulava pela cidade e ele percebeu que poderia conseguir algum dinheiro com aquilo que lhe era puro deleite. Além de trocar parcerias por dinheiro – que Nelson em geral distribuía ou gastava em bebidas, – ele também as negociava por pernoites de hotel, almoços e etc. E assim, desempregado e boêmio, ia peregrinando pela cidade de botequim em botequim.

Mas não vamos julgar nem concluir que Nelson se queixava desta ou de outras “parcerias” do mesmo tipo – e elas não foram poucas, sem falar numas oito músicas que ele foi roubado e que desapareceram, esquecidas. Pelo contrário, quando esse assunto vinha à tona, ele era da maior elegância, ético e – como bom, ou mau, não interessa, cristão – chegava mesmo a mostrar gratidão a eles todos. Como falou na minha entrevista de 1973: – Os parceiros? Bem, alguns são parceiros mesmo. Mas naquela época eu tava sempre duro e fazia qualquer negócio, mesmo com prejuízo. Vivi uns tempos no hotel que o César Brasil era gerente – então eu fazia a música e, pra pagar a estadia, dava parceria a ele. Em Degrau da vida e mais umas três ou quatro ele está comigo. Bem, era eu quem fazia tudo[i], mas na ocasião eu não pensei em nada disso, como é que posso reclamar agora? Eles me ajudaram muito, acho chato falar nisso, mas não estou reclamando, apenas dizendo o que é. (COSTA, 2000, pp. 59-60)

Em 1943, Nelson Cavaquinho já teria duas de suas composições – Apresenta-me aquela mulher e Não te dói a consciência – gravadas pelo grande Ciro Monteiro, através do selo RCA Victor. Em 1945, o mesmo cantor também gravou Aquele bilhetinho, entretanto, pouco ou nada se alterara na vida de Nelson. Ele continuava com suas andanças pela cidade a fora, pelos subúrbios longínquos, de boteco em boteco, mas então frequentando cada vez mais o mesmo, situado na Praça Tiradentes e conhecido como Cabaré dos Bandidos[ii] devido a seu tipo de freqüentadores: marginais, prostituas, desempregados, etc. Segundo seu biógrafo, Flávio da Costa, nosso Nelson da Silva era literalmente sambista vinte e quatro horas do dia:

Muitas e muitas vezes ele ficava na boêmia itinerante por dois ou três dias – direto. Quando tinha uns trocados a mais, bebia conhaque. Quando o dinheiro estava curto, bebia uma “barriguda” [cerveja preta] e quando estava sem dinheiro, não havia problema, seu público pagava qualquer bebida. E se o sono batesse, ele encostava a cabeça na mesa e tirava um cochilo. Ele e sua turma (que estava sempre mudando, dependendo da noite e do botequim) só levantavam acampamento na hora do bar fechar. Às vezes, era hora de ir para casa, mas sempre tinha outro botequim aberto. (COSTA, 2000, pp. 61-62)

Como se pode notar, como acontece com muitos dos boêmios e dos também músicos populares, a bebida fazia parte da vida de Nelson Cavaquinho. Ele era um bebedor compulsivo, alcoólatra mesmo, e é impossível separar a sua vida de compositor da de bebedor profissional. Ele mesmo assumiu, em entrevista a Sérgio Cabral, no disco Testamento do poeta, que compôs Notícia de porre e Palhaço, de ressaca, dois clássicos de sua produção musical. Tudo isso fazia de Nelson cavaquinho “uma espécie de músico underground da Praça Tiradentes”, como o intitula Flávio Moreira da Costa (2000, p. 66). Em plena ditadura Varguista, lá estava ele dando seus shows, não em teatros da praça, mas no Cabaré dos Bandidos ou outro botequim qualquer. Nelson Cavaquinho não precisava de palco, nem de uma grande platéia. Somente pelos anos 60, 70 é que ele vai ser conhecido e reconhecido.

E falando em Praça Tiradentes, foi nesse local que Nelson da Silva conheceu um dos grandes amores de sua vida. Ela se chamava Lígia, era uma pessoa muito pobre, sem teto, provavelmente uma prostituta, típica freqüentadora do Cabaré dos Bandidos. Bebia muito, como Nelson. Muitas vezes os dois acabavam dormindo num banco qualquer da praça, lugar onde Lígia geralmente passava todas as suas noites. Dessa experiência ficou uma marca eterna, uma tatuagem do nome de sua amada gravado no braço, que acabou lhe rendendo uma composição, mas ele não gostava de falar sobre isso.

O meu único fracasso
Está na tatuagem no meu braço

É feliz quem já viveu aflito
E hoje tem a vida sossegada
Muita gente tem um corpo tão bonito
Mas tem a alma toda tatuada

Tatuagem – Nelson Cavaquinho/ Guilherme De Brito[iii]

A essa altura de sua vida, Nelson Cavaquinho já tinha conhecido Guilherme de Brito, aquele que seria o seu maior e mais duradouro parceiro, com quem comporia pérolas como A flor e o espinho, Quando eu me chamar saudade, Pranto do poeta, Folhas Secas, entre outras. Ambos fariam um pacto de parceria exclusiva que durou por volta de quarenta anos, mas não sem ser quebrado diversas vezes por Nelson, que se empolgava durante algum porre e compunha com outros ou vendia a parceria quando estava muito precisado de dinheiro. Em entrevista concedida, no ano de 1999, ao jornalista Flávio da Costa para compor a biografia do sambista, Guilherme de Brito relata:

– Na época, eu ia me encontrar com o Nelson na Praça Tiradentes. Eu sou um sujeito pobre hoje, mas antigamente era muito pior, e o Nelson era mais pobre ainda do que eu, porque eu tinha um emprego e ele não, portanto quem pagava a cerveja preta era eu. Nos encontrávamos num bar lá na Rua Pedro I, perto do teatro Recreio, que, pela péssima frequência que tinha – mendigos, aquelas prostitutas de última categoria – era conhecido como Cabaré dos Bandidos. Era ali que eu me encontrava com o Nelson, depois que saía do trabalho. Nelson com seu violão, sempre com uma melodia nova, e era ali que nós fazíamos música. Como não tinha, nem sei se existia, gravador, fomos nos esquecendo da maioria das músicas. Muita coisa se perdeu pelo fato de nós não termos como gravá-las. E dali eu vim seguindo a minha vida com o Nelson, ele foi muito meu amigo, aprendi muita coisa com ele, muitas lições, e hoje eu não passo por um pobre sem dar uma esmola, porque o Nelson era assim, quando recebia algum dinheiro, todo mundo ganhava. (COSTA, 2000, p.77)

Como já dito anteriormente, nos anos 40 e 50, Nelson Cavaquinho começa a ter suas composições gravadas por artistas mais conceituados como Ciro Monteiro e Noite Ilustrada, mas foi na década de 1960 que ele começava a ser reconhecido, principalmente porque três de suas músicas, Vou partir, A flor e o espinho e Luz Negra foram gravadas no disco Elizeth sobe o morro, em 1965. Entretanto, seu rosto e sua voz rouca ainda não seriam nacionalmente conhecidos. Nelson era tido como compositor, mas não era requisitado para shows, apresentações, programas de rádio ou gravações de discos. Era a época da bossa nova, a mídia e o mercado estavam voltados para isto, e Nelson continuava no ostracismo. Mas a vida já melhorava para ele: o governador Negrão de Lima lhe ofereceu uma casa no Jardim América e uma pensão, José Ramos Tinhorão e Sérgio Cabral o citavam em suas colunas jornalísticas e, então, Nelson Cavaquinho começava a pensar em levar mais a sério a sua carreira.

O momento de ascensão do sambista era também o período da ditadura militar, no qual palavras como alienado e politizado estavam em voga. Havia uma certa ânsia de se redescobrir o Brasil, sua cultura, de se buscar uma identidade por meio da resistência àquele cenário. Daí surgiram o Teatro de Arena, o Cinema Novo e o Centro Popular de Cultura. Flávio da Costa nos diz o seguinte sobre esse contexto:

Era um momento mais que amadurecido para a redescoberta ou o (re)conhecimento do velho samba e dos velhos sambistas: com a ditadura militar instalada, surgiram vários shows que representavam uma verdadeira resistência cultural. Tanto Opinião com Nara Leão, Zé Ketti e João do Vale (depois com a novata baiana Maria Bethânia substituindo Nara), quanto Rosa de ouro, lançando a veterana Clementina de Jesus, como as “noitadas do samba” do Teatro Opinião, com sambistas se revezando no palco de arena, entre eles, Cartola e Nelson Cavaquinho – todos estes espetáculos, enfim, tinham casas lotadas. E representaram um marco para minha geração de estudantes, e de outras tantas. Estávamos assistindo ao que não se via na televisão nem se ouvia em discos: a expressão mais rica, madura e autêntica da cultura carioca e brasileira. (COSTA, 2000, p. 110)

Nelson Cavaquinho passou, então, a ser solicitado. Sua música, sua voz e seu violão beliscado[iv] tinham cada vez mais adeptos e ele fazia shows por toda a cidade do Rio de Janeiro, não mais somente nos botequins do centro e subúrbio. Ele começava a viver do samba também. E Guilherme de Brito passou a ir receber os pagamentos junto com Nelson, para que ele não gastasse tudo em bebida ou caridade. Seu amigo separava uma parte para as despesas da casa e entregava para sua esposa Durvalina – que dizem ter sido a única a conseguir ajudar Nelson a dar uma certa ordem em sua vida – e o resto era destinado à boêmia.

“Mas então, aos sessenta anos, antes tarde do que nunca, Nelson Cavaquinho era um artista requisitado e em franca profissionalização” (COSTA, 2000, p. 121). Ele passou a fazer shows também fora da cidade, impulsionado por Beth Carvalho, uma jovem cantora que conhecia todo o seu repertório. Ela se aproximou de Nelson e dois viraram amigos e companheiros de palco e de bar. Nelson passou a compor para os discos de Beth Carvalho, que fala desse sambista com muito entusiasmo e admiração:

– Nós começamos a fazer shows juntos e eu ajudei a melhorar a vida dele, em termos financeiros, porque o Nelson era exploradíssimo. Ele não tinha noção de valor de nada. Eu perguntava quando ele era convidado pra se apresentar: “Nelson, vai ganhar quanto?” E ele: – “Não sei se 500 ou cinco mil, minha filha”. Era a mesma coisa pra ele. Aí comecei a instruí-lo um pouco nesse sentido. E fomos fazer shows juntos, o projeto Seis e meia, e viajamos com o Projeto Pixinguinha. Ele ganhava igual a mim. Ele passou a ter um conforto maior. Até a casinha do Jardim América melhorou, ganhou dois andares. Mas nas viagens, era uma gracinha o profissionalismo do Nelson, ficava até chato, nem beber ele bebia. Eu dizia pra ele: “Não, Nelson, toma uma cerveja, pelo amor de Deus, você tá muito ranzinza”. Ele ficava numa compenetração… o show era às seis e meia, às cinco ele já estava prontinho na porta do hotel, todo limpo, branquinho, de branco, aquele lenço, cheiroso, penteado, entende? (COSTA, 2000, p. 121)

Foi nos anos de 1980 que Nelson Cavaquinho começou a dar sinais de que a tão temida morte se anunciava. Fumante inveterado – fumava três maços de cigarro por dia – Nelson desenvolveu um enfisema pulmonar e foi internado diversas vezes. Na sua última passagem pelo hospital, seu médico, pela gravidade da doença, achou melhor que ele ficasse em casa, lugar onde ele próprio preferia que se desse a sua morte. “Às 7h30 da manhã do dia 18 de fevereiro de 1986 ele passou a se chamar saudade”v (COSTA, 2000, p. 128). Nelson foi encontrado morto em sua cama, aos setenta e cinco anos de idade, e com o violão do lado. Foi sua esposa Durvalina quem o encontrou e decidiu que seu velório seria em Mangueira. Afinal, “em Mangueira quando morre um poeta todos choram…”[vi]. E recorda Flávio da Costa:

O velório em Mangueira foi tão diferente. Houve choro, é claro, com e sem lenço. E Eliseth Cardoso, a Divina Dama, uma das primeiras a apostar no talento de Nelson. A intérprete e amiga principal do compositor, Beth Carvalho, não compareceu: estava em Nova York. Amigos, parceiros, companheiros de birita, a comunidade local, enfim. O pranto pelo poeta não evitou as lembranças, histórias do grande boêmio do samba e da cultura popular brasileira. D. Zica recordava a velha história do cavalo que voltou sozinho para o batalhão. Deixando Nelson a pé e confuso. Guilherme de Brito lembrou o boêmio. […] Do alto dos seus 83 anos, Carlos Cachaça recordou dos tempos em que, jovens, dividiam um quarto no Pendura-a-saia. O cortejo seguiu até o cemitério de Irajá. Entre tantos, Guilherme, D. Zica, Sérgio Cabral, Paulinho da Viola e alguns desconhecidos representantes das centenas de companheiros de botequim que Nelson Cavaquinho cativou ao longo da vida. […] Não houve gritos nem desesperos. É possível que Nelson preferisse assim. Foi um enterro com música. Sem violão, mas com música. O cortejo percorreu as alamedas do cemitério ao som da marcação de um surdo da bateria da Estação Primeira de Mangueira. […] E na hora do caixão descer, representando a nova geração do samba, Paulinho da Viola, com voz baixa, respeitosa, puxou um samba de Nelson Cavaquinho. (COSTA, 2000, pp. 129-131).

Resumindo a figura de Nelson Cavaquinho, podemos dizer que ele foi um personagem constante dos botequins dos morros e subúrbios cariocas, sendo esse tipo de ambiente não somente o palco para suas apresentações, mas também o lugar da criação de grande parte de sua obra. Suas companhias frequentes eram os indivíduos dos setores mais marginalizados da população tais como os trabalhadores de baixa renda, os desempregados e as prostitutas, estando ele próprio inserido nesse grupo social, já que, a maior parte de sua vida foi marcada pela ausência de trabalho fixo, sendo o sustento proveniente de trabalhos temporários e da venda das parcerias autorais de suas músicas. Nelson Cavaquinho era de fato o que podemos denominar de músico popular e em nosso próximo texto, nos dedicaremos a embasar teoricamente tal afirmação.

Em Mangueira
Quando morre um poeta
Todos choram
Vivo tranqüilo em Mangueira porque
Sei que alguém há de chorar quando eu morrer

Mas o pranto em Mangueira é tão diferente
É um pranto sem lenço
Que alegra a gente
Hei de ter um alguém
Pra chorar por mim
Através de um pandeiro e de um tamborim

Pranto de poeta – Nelson Cavaquinho/ Guilherme de Brito[vii]

Fontes e Referências Bibliográficas: (da série de 3 textos)

BOTEZELLI, J. C. Pelão e PEREIRA, Arley (coord). A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes. Volume 3 (livro). São Paulo: SESC Serviço Social do Comércio, 2000. CD nr. JBC-0709-030.São Paulo: SESC São Paulo/JCB Produções Artísticas, 2000.

BOURDIEU, P. Razões práticas: sobre a teoria da ação. Campinas: Papirus Editora, 2005.

CHARTIER, R. A História cultural: entre práticas e representações. Lisboa: Difel, 1990.

COSTA. F. M. Nelson Cavaquinho: enxugue os olhos e me dê um abraço. In: Coleção perfis do Rio. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2000.

Nelson Cavaquinho. Coleção História da Música Popular Brasileira – grandes compositores (fascículo e LP). São Paulo: Editora Abril S.A, 1971.

LETRAS. Música começa com letras, c2003. Página inicial> Samba> Nelson Cavaquinho. Disponível em <http://letras.terra.com.br/nelson-cavaquinho/>. Acesso em: 12-17 de fev. 2009.

NO poeta da morte, o fascínio pela magia da vida. In: História da Música Popular Brasileira – grandes compositores. Fascículo de Nelson Cavaquinho. São Paulo: Editora Abril S.A., 1982. p. 5.

Nelson Cavaquinho. Depoimento ao Museu da Imagem e do Som. Rio de Janeiro, 1967 (áudio).

Nelson Cavaquinho.Depoimento do poeta”. São Paulo: JCA Studios, 2002.

Nelson Cavaquinho, série Raízes do Samba. Rio de Janeiro: EMI, 1999.

Nome sagrado. Beth Carvalho canta Nelson Cavaquinho. São Paulo, Jam Music, 2001.

NOVAES, J. Nélson Cavaquinho: luto e melancolia na Música Popular Brasileira. Rio de Janeiro: Intertexto/ Oficina do autor, 2003.

Quatro grandes do samba: Nelson Cavaquinho, Candeia, Guilherme de Brito e Elton Medeiros. RCA/BMG Brasil, 2001.

ROGEL, S. (org). Manual de Teoria Literária. Petrópolis: Vozes, 1996.

THOMPSON, E. P. A Formação da classe operária inglesa. Vol. I – A Árvore da Liberdade Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.

THOMPSON, E. P. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular tradicional. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

VAGALUME. Música é tudo, c2002. Página inicial> Samba> N> Nelson Cavaquinho. Disponível em <http://vagalume.uol.com.br/nelson-cavaquinho/>. Acesso em: 12-17 de fev. 2009.

Notas:

[i]. Uma prova de que, ao contrário do que afirmam alguns especialistas, Nelson Cavaquinho também compunha sozinho, letra e música, e não necessariamente precisava de um parceiro para tal, apesar de ter tido vários.

[ii]. É curioso notar que há apenas algumas quadras dali estava o Café Nice, famoso por ser um espaço de artistas, cantores, compositores, jornalistas e radialistas, que se encontravam para trocar ideias, influências e negócios. No entanto, Nelson estava às margens desse meio.

[iii]. Disponível em: <http://vagalume.uol.com.br/nelson-cavaquinho/tatuagem.html>. Acesso em 12 de fev. 2009.

[iv]. Uma das características originais de Nelson Cavaquinho era a sua maneira de tocar o violão, beliscando as cordas com os dedos indicador e polegar.

[v]. Quando eu me chamar saudade é o nome de uma música de Nelson Cavaquinho e de seu parceiro Guilherme de Brito.

[vi]. Trecho da canção Pranto do poeta, de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito.

[vii]. Disponível em: <http://letras.terra.com.br/nelson-cavaquinho/1010205/>. Acesso em: 12 de fev. 2009.

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